João era um menino divertido e curioso, que adorava fazer os amigos rir. Um dia, durante a aula, sentiu algo estranho na barriga. Antes que pudesse evitar… PFFFF! Um pum saiu sem aviso!
A turma inteira ficou em silêncio por um segundo. Depois, risadas começaram a encher a sala. João ficou vermelho como um tomate e tentou fingir que não tinha sido ele, mas o cheiro denunciou tudo.
— João, que barulho foi esse? — perguntou a professora Marta, tentando conter o riso.
— Eu… eu não sei! — respondeu João, envergonhado.
Os colegas riam sem parar, e João sentiu-se muito desconfortável. No recreio, tentaram imitar o som do pum e fizeram piadas sobre ele. João ficou triste e não queria mais brincar.
Ao ver isto, a professora Marta reuniu os alunos e explicou:
— Sabem, dar um pum é algo natural. Todos nós já o fizemos, até os reis e as rainhas! Significa apenas que o nosso corpo está a funcionar bem. Mas mais importante do que isso, é nunca fazermos troça dos outros por coisas normais.
A turma ficou pensativa. Realmente, todos já tinham dado um pum antes. Porque estavam a rir tanto do João?
No dia seguinte, João já não se sentia tão envergonhado. Percebeu que certas coisas simplesmente acontecem e que rir com os amigos é muito melhor do que rir deles. A partir daquele dia, a turma aprendeu a importância do respeito e da empatia.
E claro… sempre que alguém desse um pum, apenas sorriam e continuavam a brincar!
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